quinta-feira, 23 de março de 2017

Tardes Claras- Tardes/ Encontro de Blogueiras




Numa verdadeira celebração pela chegada do nosso exuberante outono, que a tudo inunda com sua claridade inconfundível, que a todos saúda em seus belos matizes de azuis distintos, que sem modéstia alardeia dias límpidos e refrescantes; a este outono-primaveril tão brasileiro nos juntamos em celebração à amizade e aos bons momentos que devem sempre ser bem desfrutados.

Por hoje, e talvez, por outros dias também, demos uma pausa nas preocupações e rumamos pra horas amenas, congraçadas em sintonia fina com a alegria.

Tarde clara, céu límpido, boas amigas, lindas celebrações...encontro marcado com as belezas da vida.




A estrada não era de tijolos amarelos e, sim, uma passarela ladeada pelas belezas naturais; sol, sal, sul.

Nós e nossos sorrisos: Jack Lins( meucantinhos.blogspot), Verena( meus bichinhos amados.blogspot), Rosélia ( espiritual-amizade. blogspot) e Lucia Haddad ( koisinhas chiques.blogspot). 



Pra nos animar ainda mais tivemos o prazer de conhecer a simpática Lucia Haddad em férias na cidade. Uma grata e feliz surpresa!





Além da tradicional troca de mimos, houve também o lançamento dos dois mais novos livros da Rosélia: Meu Eu Poético II - Eis Aí tua Mãe.
Fiquei toda prosa ao ganhar meus exemplares.









A turma do barulho não deu sossego pras mesas próximas.












E coroando esta tarde animada, o nosso Verdinho apareceu pelas mãos da Rosélia, todo pimpão, prometendo grandes e novas aventuras em seu diário. Estou ansiosa pra saber das novas histórias.


Sou adepta dos laços fraternos bem cultivados.Creio na força renovadora das boas amizades e do tempo desfrutado em coletividade.




"Adoreeeei nossa tarde, meninas.Espero que outras blogueiras queridas venham juntar-se a nós em próximos encontros que não tardarão."

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Gente, 
nem se passaram 24 horas do meu desejo em saber mais notícias do Diário do Verdinho, e eis que rompe a manhã trazendo as boas novas.

O nosso viajor já tem novas aventuras. Espiem lá no: pitadasdilu e espiritual-amizade___

https://pitadasdilu.blogspot.com.br/2017/03/por-onde-voas-passarinho.html?showComment=1490354210565#c7405697528052758404
*http://espiritual-amizade.blogspot.com.br/2017/03/estou-vendo-passarinho-verde.html

segunda-feira, 13 de março de 2017

TAG: Apaixonada por Fotografia




Vi na Ana Paula e na Chica esta TAG muito inspiradora, começada no Blog Fotografei do Lukas, que me despertou boas recordações e me motivou a contar umas peripécias em minhas modestas incursões fotográficas.

1. Com quantos anos você ganhou sua primeira câmera fotográfica?

 Com dezessete anos, em meu aniversário, meu pai me deu uma Kodack Rio400, lançada naquela data em comemoração ao aniversário da cidade/ Rio Quartocentenário.Era super simples. Básica e de fácil manuseio com uma travinha frágil que fazia girar o rolo do filme e ainda possuía o mágico efeito de duplicar cada quadro e assim um filme de 12 poses se convertia em vinte e quatro. Sensacional!

Levava a tal pro colégio e saía fotografando tudo e todos. A questão era a revelação, muito cara.Economizava um mês de mesadinha pra poder revelar as fotos e depois toda prosa ia exibi-las.Minha turma do terceiro Normal está até hoje registrada comigo num álbum amarelado.

Foi ela mesma que me acompanhou no nascimento das duas primeiras filhas.Registrei tudinho que pude: primeiro banho, primeiro passeio, primeiras visitas e, todas as roupinhas jeitosinhas.A maquininha valente não me deixava na mão.

Aí houve uma ocasião,  que o marido comprou um filme de 36 poses para usar com nossa segunda filha, na época com três meses.Devido ás propriedades da máquina, levei outros três meses pra gastar todo o rolo. Quando ele foi rebobinar o filme pra revelação movimentou o dispositivo com força e o quebrou. O filme se partiu dentro da máquina.Chorei de verdade.

Lá se foram as fotos da minha Tiquinha nos primeiros meses de vida. Lá se foi a maquininha valente que me acompanhou em tantas ocasiões felizes.

2. Prefere fotografar ou ser fotografado?

Prefiro fotografar.Ainda não me sinto muito à vontade frente à câmera. Tenho, timidamente feito umas selfies de quando em vez, embora não fique nunca satisfeita.Percebo, no entanto, que não me incomodo se for fotografada por outras pessoas, em reuniões, encontros ou festividades.Acho que a coletividade me deixa confortável e me agrada eternizar tais momentos nas fotos.


3.Você tem uma boa câmera para fotografar?

Atualmente, não. Já tive uma Nikon bem potente pra mim. Não tinha grandes recursos de lentes ou focos distintos, mas cumpria lindamente sua função até tomar um tombaço e ficar capenga.
Dado a isto, no Natal daquele ano, minha filha me deu outra igualzinha. Fiquei toda animada de novo e curti a gêmea nova por bons anos seguintes, até que me foi roubada. 

 4. Tumblr, We Heart It ou Instagram?

Sou ainda caloura no Instagram, mas curtindo muito. Tem três meses que me aventuro por lá onde reencontrei amigas blogueiras. Nossas trocas instântaneas são bem animadas. Gosto muito.

5. Cite uma pessoa que você se inspira para tirar fotos.

Não me prendi a um nome em especial.Aprecio os profissionais que fazem da fotografia, arte.Ganhei de um aluno, certa vez, um livro maravilhoso em trabalho fotográfico sobre as rochas brasileiras em diferentes espaços do território. Ele me encanta e inspira.

7. Qual a última foto que você tirou? E a última vez que você foi fotografado por alguém?

Foi de uma das clareiras no Parque da Cidade.
Uma foto tirada em casa de meu filho, pela nora, com meu netinho caçula no colo.




8.Você é daqueles que quer sempre registrar os momentos e o que está ao seu redor, sai sempre com a câmera nas mãos?

Não. Hoje em dia com os celulares temos a oportunidade de fotos interessantes, mas procuro ser bem seletiva. Prefiro fotos inspiradoras, de preferência.


9. Uma foto que você tenha tirado e que goste muito.

Uma das antigas, meio difusa e cheia de lindas recordações.Minha turminha pronta pra domingueira.



Quantas lembranças gostosas aconteceram com este tema. Gostei demais em participar. Animem-se também, pessoal. Há pequenos desvãos em nossa memória afetiva que valem muito a pena serem trazidos novamente ao foco.






sábado, 4 de março de 2017

Ocasiões únicas




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O que não nos faltam hoje em dia são inúmeras mensagens e aforismos motivadores e ou reflexivos.Nada contra, eu mesma sou uma das que mais compartilham as tais pelas mídias sociais. Acredito que sempre haverá alguém que precisará ler boas palavras naquele momento ou levá-las na lembrança para necessidades futuras como prevenção e remédio.É comum, à maioria de nós, sermos precavidos, ao menos nós mulheres, assim agimos preferencialmente e, podermos contar com um ítem curinga na hora do aperto, não tem preço.

Tornou-se natural, pra mim, trazer na lembrança muitas destas "pílulas de sabedoria" e delas fazer uso todo dia.Abrindo por agora, o meu frasco pessoal, retirei àquela que nos motiva a termos empatia nos colocando sempre que possível no lugar do outro.Crucial providência. Considero ser esta a chave-mestra da solidariedade, mantendo aberta essa porta da vida. Por ela passam os melhores sentimentos para com os demais e retornam eles, acrescidos de um brilho especial a nos enfeitar a alma.Comprovo a eficácia do que digo e creio em exemplos que vivo e vejo quase diariamente.Ainda bem!

Nesse exercício estimulante, não se pode perder de vista que conseguiremos nos aproximar bastante do outro a ser acolhido, mas não poderemos sentir na própria pele o que lhe acomete, a menos que, passemos organicamente por tal situação.Pois, há pouco vivi o que aqui lhes relato.

Vinha eu " passeando na calçada de sandália rasteirinha"... xap/xilap-xap/xilap, adernando pro lado direto devido ao nó recente que dei na lombar.Passo de formiga cuidadoso, olhando pros percalços do chão com medo de uma topada que poderia, nessa atual conjuntura, me desconjuntar.Nisso levanto os olhos instintivamente para ver por mim passar, outra senhora, fagueira na sua rasteirinha, a adernar pro lado esquerdo em seu caminhar. Na fração de segundos em que o fato se deu, fomos as duas protagonistas dum bailado sincrônico.E somente nós, em nossa rápida troca de olhares sabíamos exatamente o que a outra sentia. Passamos o curto espaço e lá fomos em nosso passinho.Empatia total!




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*(pinterest)